Solo Dourado: mais do que uma produtora de eventos e conteúdo

Conheça a trajetória que nos trouxe até aqui

Por Ariane Cordeiro

Meu nome é Ariane, sou idealizadora do projeto Solo Dourado.
Se você chegou até aqui, seja muito bem-vinda e bem-vindo. Este é um pedaço de um sonho que se iniciou em 2014. De lá para cá, foram muitos altos e baixos até que o equilíbrio entre o coração e a mente fosse colocado como prioridade na minha vida.

Brasileira, paulista e baiana de coração, nasci em 1988, na cidade de Santo André, no estado de São Paulo. Dos 14 aos 16 anos, li alguns livros que despertaram em mim um interesse curioso pela vida, como quem busca algo além do que lhe foi contado. Entre os títulos estão Macunaíma (Mário de Andrade), Abusado (Caco Barcellos), Quincas Borba, Capitu, Contos e Memórias Póstumas de Brás Cubas (Machado de Assis). Apenas alguns de que me lembro de cabeça.

Em todos esses títulos, a jornada do herói era diferente: quem eram esses heróis e heroínas desvirtuados, falidos, criminosos ou sonhadores, buscadores ou azarados, desvirginados ou desvirtuados, benfeitores ou malfeitores, destruidores ou destruídos por uma sociedade?

Algo me chamou a atenção e, aos 17 anos, eu entrava na faculdade de Jornalismo para ir atrás dessa resposta. A escrita, o amor pela contação de histórias, pela construção de narrativas, por elaborar, construir e visualizar cenários, acontecimentos e fatos; buscar, identificar, apurar, estar presente, ir atrás do fato ou do imaginário… buscas, buscas, buscas.

Após 18 anos de profissão, especializações e diversos cursos no universo da comunicação, acompanhei de perto o declínio do impresso, o surgimento da internet e dos portais e, depois, das redes sociais — primeiro entre pessoas físicas e, em seguida, no uso por empresas, influenciadores e formadores de opinião, que saíram do âmbito estritamente intelectual e passaram a emergir também da grande massa popular.

Foram muitas mudanças fora (no contexto político, no país e na comunicação) e dentro também. A busca não cessou. Em 2017, fui morar em Salvador (BA), por uma oportunidade de trabalho em produção audiovisual e criação de conteúdo como videomaker para uma grande instituição. Foi o início de outra jornada: o caminho de volta para casa, o lar da essência — aquele que nossa alma reconhece como lar, que pulsa em nosso mais íntimo âmago e Ser.

Foi ali que o yoga como estilo de vida (muito além dos ásanas), o ayurveda, a Mãe Natureza e um leque de novos mundos se tornaram o pontapé inicial para o meu caminho de autoconhecimento. Recém-separada de um relacionamento afetivo e humanamente sozinha em outro estado, vi-me cercada pela cultura, pela arte e por pessoas desconhecidas que me acolheram com irmandade. A Bahia pulsa em minhas veias porque foi ali que meu sangue se uniu à terra e, como um dendê daqueles que fritam os famosos bolinhos de acarajé, ferveu!

E a Solo Dourado começou a surgir em meu coração. A proposta é clara: criar conexões, religar à essência, à faísca que desperta e que traz até mesmo o mais desconectado de volta ao caminho da própria vida.

Em 18 anos de profissão como comunicadora, acompanhei executivas e executivos de grandes e médias empresas e startups reconhecidas em suas lideranças de equipes. Trabalhei nas maiores agências de comunicação e relações públicas do país e acompanhei CEOs, diretoras e diretores de empresas dos setores de saúde, transporte, indústria de celulose, automotivo e de tecnologia, que operam com os maiores bancos, varejistas e financeiras do país. Foi assim que comecei a me deslocar desse universo corporativo e a entrar de cabeça em um mundo que considero mais real, para além dos olhos.

Aprendi com grandes nomes e com pessoas de corações infinitos durante quase dois anos fazendo reportagens dentro de um dos maiores hospitais públicos e centros de estudos do país. Em cada lugar havia algo em comum em cada olhar e em cada pessoa que conheci: o amor pela vida e a busca incessante pelo prazer.

E foi assim que, em um cenário pós-pandemia, com índices crescentes de problemas de saúde mental, burnout, suicídio, doenças autoimunes, depressão, ansiedade e doenças do coração — entre diversos outros temas ligados ao trauma, ao excesso de trabalho, à má qualidade de vida nas metrópoles, à falta de segurança e à sensação constante de estresse —, somados ainda a uma nova legislação que exige das empresas mais atenção ao cuidado com seus funcionários, eu me inseri nesse movimento.

A Solo Dourado propõe um resgate do olhar para a própria jornada. De maneira individual ou em grupos (família, trabalho, equipes, casais, amigos etc.), nosso trabalho é identificar suas necessidades e propor uma jornada de autocuidado e conhecimento em busca de objetivos claros: bem-estar, harmonia e paz.

Quando voltado para empresas, customizamos oficinas, palestras e mentorias dedicadas aos objetivos e metas de cada organização, sempre com o olhar voltado para religar o coletivo — promovendo equipes mais focadas, com uma comunicação verbal mais harmônica, empática e assertiva.

É assim que nosso caminho é construído: em rede.

Somos um time formado por jornalistas e profissionais de diferentes áreas de atuação (medicina, audiovisual, massoterapia, psicologia, advocacia, educação financeira, recursos humanos, administração, entre outras). Cada projeto é customizado de acordo com as suas necessidades e também com o seu bolso. Aos poucos, vamos contando mais sobre nossos serviços. Por enquanto, eu fico por aqui.
Em breve volto!

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